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COLUNAS DO TIRO
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PORQUE RECARREGAR MUNIÇÃO
03/08/2009
Quando efetuamos um disparo de arma de fogo, a espoleta do cartucho é percutida, detona, incendeia a carga de pólvora e esta impele o projétil em sua trajetória. Dentro da arma ou por ela ejetada, resta-nos um estojo deflagrado, em boas condições, porém dimensionalmente alterado.

A recarga de munições consiste em empregando ferramentas e equipamentos apropriados, corrigir dimensionalmente os estojos atirados, para então poder neles inserir nova espoleta, carga de pólvora e projétil voltando, assim, a obter um cartucho carregado.

O motivo de efetuarmos essa recuperação é decorrente de diversos fatores, entre os quais a economia aparece em primeiro lugar. Considerando que o preço final de um cartucho é óbito pelo custo dos insumos – estojo, espoleta, pólvora e projétil - acrescidos da mão de obra direta e indireta, custos industriais, financeiros, de vendas, lucro e impostos pagos pelo fabricante, é fácil avaliar a economia resultante da recarga, já que o estojo representa cerca de 50% do custo dos insumos e todas as outras despesas, além daquelas da espoleta, pólvora e projétil, não incidirão sobre o valor final de munição recarregada e a mão de obra necessária para sua recuperação será aquela do próprio praticante da recarga. Podemos afirmar que, quando comparado com o preço de munição comercializada pelas fábricas, aquela recarregada sairá entre 10 e 15% desse valor, dependendo somente do calibre, carga de pólvora e tipo de projétil utilizados.

Evidentemente não estaremos visando somente economia, mas sim a possibilidade de maior treinamento – item fundamental no aprimoramento de qualquer atividade, em especial a desportiva – com o mesmo dispêndio de numerário. Para que possamos ter uma idéia dessa economia, se um atirador de fogo central efetuasse três treinos e uma prova por mês (280 disparos), estaria despendendo R$ 616,00 (base de preço atual da CBC para clubes: R$ 110,00 pela caixa de 50 cartuchos).

Com a recarga, esse custo cairia para R$ 92,40 (15%) ou, se mantido o dispêndio mensal de R$ 616,00, o atirador teria a oportunidade de efetuar 25 séries de ensaio e uma de prova. Sem dúvida, sua performance será muito melhorada.

Outros fatores também devem ser considerados: o prazer de um hobby que pode ser realizado em pequeno espaço em nossa residência, a satisfação de poder treinar e competir com munição por nós montada e com ela obter resultados que nos encherão de alegria e orgulho.

Como toda e qualquer atividade – entre elas o tiro desportivo – a recarga de munições não deve ser realizada sem que se tenha adquirido os conhecimentos necessários para poder realizá-la com segurança e qualidade. A FMTE poderá orientá-lo em como realizar esse aprendizado.
por Creso Zanotta
Engenheiro, atirador, instrutor de tiro CBTE, colaborador técnico da revista Magnum, consultor da CBC e de inúmeras empresas do segmento de materiais balísticos e/ou blindadores e pratica a recarga desde 1958
cmzanotta@terra.com.br
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